Mas eu me mordo de ciúme

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Já dizia a banda ultraje a rigor!!!

Ciúmes é motivo de briga e separação. As vezes é um charminho também né?! Para dar uma esquentada na relação.

Ele não é sinal de amor ou cuidado como alguns acreditam por aí, mas a falta dele também nos diz algo.

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Sentimentos como baixa autoestima e insegurança estão intimamente relacionados a esse sentimento.

Vamos definir o ciúme, que segundo o dicionário é: estado emocional complexo que envolve um sentimento penoso provocado em relação a uma pessoa de que se pretende o amor exclusivo; receio de que o ente amado dedique seu afeto a outrem; zelo (mais us. no pl.); medo de perder alguma coisa.

É preciso cuidado! A linha entre fantasiar algo e de fato existir esse algo concreto é muito tênue, e geralmente se joga a culpa no outro pelo que se sente. Fora o gasto de energia para verificar sempre as informações consideradas duvidosas (quase todas), nos casos onde já passou de um charminho ou ciuminho bobo, e nem sempre tudo isso traz alívio.

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É um sofrimento para o ciumento, que passa por toda uma dor devido a sua desconfiança, e para o seu par, que passa a ter suas ações vigiadas, controladas e investigadas.

Segundo Freud, temos o ciúme competitivo ou normal e o projetado, (peço cuidado com a interpretação que você vai fazer ao ler sobre). Cada um deles tem um nível diferente, e em alguns casos, se torna uma patologia.

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Competitivo ou Normal

Envolve pensar em perder quem se ama, o ego ferido e frases como: “o que foi que eu fiz?”, “O que o outro tem eu não tenho?”, “O que viu naquela pessoa?” e derivados são comuns, quando você vê que na verdade o outro pode viver sem você.

Projetado

Vem da sua própria infidelidade (e não necessariamente concretizada), de impulsos infiéis. Agora, repare que não digo que esta pessoa vai trair ou está traindo, pode ser simplesmente uma forma de alimentar seu ego, se sentir desejado por outros.

Segundo Freud, a fidelidade tem um preço, talvez caro para alguns: as constantes tentações a infidelidade.

Em resumo o sujeito joga a bola para o outro, é um desejo dele, mas ele projeta no outro. Em geral, nos casos de ciúmes mais agressivos eles chegam nos estados de extremidade quando o projetor está no ápice da infidelidade.

Delirante

Também com impulsos de sua própria infidelidade, mas nesse caso, com traços homossexuais. Então, ele faz uma defesa do tipo: “eu não o amo”, “ela o ama”.

Ele projeta isso e assim se esquiva do que sente, mas ao mesmo tempo está confuso e nega o sentimento.

Na terapia, se trabalha a origem do ciúme no individuo, e todas as emoções que o envolvem, como o medo a e raiva. Faça terapia, cuide da sua saúde mental.

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